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Apagão. ULS Coimbra teve sempre tudo “totalmente controlado”
Presidente do Conselho de Administração garantia que os serviços de urgência estiveram sempre assegurados e indicava que, enquanto houvesse combustível para abastecer os geradores, funcionamento da ULS não estaria em causa.
Pouco mais de uma hora e meia depois do apagão geral que se fez sentir em toda a Península Ibérica, Alexandre Lourenço, presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde de Coimbra, falou aos jornalistas para transmitir uma mensagem de confiança. O responsável garantia que os oito hospitais da ULS estavam preparados para aguentar durante tempo indeterminado, desde que não faltasse combustível para alimentar os geradores. Gerado o alerta, foram imediatamente ativados todos os serviços críticos e cancelada toda a atividade não urgente de forma a poupar energia.
Depois das urgências, as principais preocupações prendiam-se com os serviços de cuidados intensivos e de neonatologia. Também na agenda da ULS Coimbra esteve a recolha de todas as vacinas para que fossem colocadas na rede de frio da unidade de forma a que não se perdessem. Em relação à articulação com INEM e Proteção Civil, Alexandre Lourenço dizia não haver nada a apontar.
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