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CHEGA x PAN: Chega quer reverter fusão dos CHUC, PAN não vai tão longe
O Chega mostra-se especialmente crítico do processo e diz que, se fizer parte de uma solução governativa, quer voltar atrás, ao passo que o PAN quer “refletir sobre o que se passou”. Fontes da Costa (PAN) pede que se acelere construção da nova maternidade, Paulo Seco (Chega) admite que a estrutura pode não ser assim tão prioritária.
A saúde é tema grande em Coimbra, pelo que os quase 25 minutos de debate se revelaram curtos para debater a pasta na sua plenitude. A fusão dos CHUC abriu a discussão e, apesar de passados já quase 15 anos, o processo continua a não ser consensual. Para Paulo Seco, cabeça-de-lista pelo Chega no círculo de Coimbra, o ideal seria mesmo dar um passo atrás.
Também João Fontes da Costa reconhece problemas no processo, nomeadamente na redução dos serviços do Hospital dos Covões, mas não alinha com necessidade de reversão da fusão.
O cabeça-de-lista do PAN recorda que não só das urgências se faz a saúde e realça a necessidade de universalizar o acesso à saúde familiar.
Fontes da Costa quer maternidade para ontem. Paulo Seco acredita que há outros investimentos prioritários.
Foi já em 2022 que António Costa fez da localização da nova maternidade de Coimbra um trunfo eleitoral. Os avanços nos últimos três anos foram escassos e motivam algum descontentamento por parte do PAN, que quer maior celeridade no processo.
O Chega não partilha da mesma visão. Para Paulo Seco há investimentos mais urgentes e uma reconversão das duas infraestruturas existentes poderia responder aos problemas atuais.
O candidato reforça que a “maternidade é apenas um verbo de encher” e diz ficar desgostoso ao ver a estagnação do processo.
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