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Jardins da AAC inauguram novo ano letivo com obras significativas

Os jardins da AAC têm vindo a sofrer alterações em prol da sua recuperação ao longo dos últimos meses. José Machado, presidente da Direção Geral da AAC, defende que o projeto não podia ser mais adiado. O estado de degradação que se vinha a agravar durante vários anos, tornou este projeto uma necessidade

A requalificação dos Jardins da AAC é uma preocupação para aqueles que usufruem do espaço. A deterioração começou a tornar-se não só um impedimento à utilização do espaço, mas também um risco para a segurança.

As primeiras alterações ocorreram na primeira semana de mandato do dirigente com o corte do acesso automóvel aos jardins, com a intenção abrandar a degradação e iniciar este projeto. Pretende levar a cabo a reconstrução enquanto estiver na liderança. Segundo o presidente da DG/AAC, as mudanças foram sentidas de imediato.

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A mudança mais perceptível é a relva agora restaurada, contudo não é a alteração mais importante, segundo José Machado. A questão do saneamento que ainda está a ser renovado e as ilhas em perigo de queda, são obras estruturais prioritárias.

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O investimento esteve ao encargo total da Direção Geral da AAC. José Machado explica como funcionou a dinâmica tendo em vista que não houve qualquer apoio financeiro externo e a contribuição dos membros da DG/AAC.

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Faz ainda um apelo aos estudantes para que cuidem do espaço que é de todos, afirma que é apenas um começo e que obras vão continuar a ser efetuadas. Numa próxima etapa pretende implementar mais caixotes de lixo e bebedores de água com o objetivo de se tornar uma “zona de convívio”.

De momento, as mudanças contam com um relvado, uma vedação, ilhas novas, um lago e saneamento arranjados e acessos automóveis condicionados com a colocação de uma nova corrente.

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