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Académica feminina sobe à 3.ª Divisão e aposta na equipa que disputou a subida

Equipa sénior feminina da Briosa vai disputar a 3.ª Divisão Nacional na próxima época. A subida foi confirmada após a desistência do Moreirense Futebol Clube, que não cumpriu os requisitos de inscrição, permitindo à Académica, segunda classificada da 4.ª Divisão e certificada como entidade formadora, ocupar a vaga disponível.

A diretora desportiva, Sandra Marques em conferência de imprensa realizada ontem na Academia Briosa XXI reconhece que esta não era a forma desejada de alcançar a promoção, mas sublinhou que o objetivo foi conquistado depois de uma época de muito trabalho.

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Também o vice-presidente da Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol (AAC/OAF), Pedro Torres, considera que a equipa merecia a promoção pelo percurso realizado, recordando as 21 vitórias e três empates alcançados antes da final frente ao FC Porto B.

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A direção anunciou ainda um reforço de cerca de 30 por cento do orçamento destinado ao futebol feminino e confirmou a criação de uma equipa de sub-19, estando igualmente prevista a formação de um escalão de sub-17.

Quanto aos objetivos para a nova época, Sandra Marques garantiu que o clube pretende crescer de forma sustentada, mantendo a base do atual plantel e procurando assegurar a permanência na 3.ª Divisão, com a ambição de chegar à fase de apuramento da equipa campeã.

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A capitã da AAC/OAF feminina, Lara Dias, revela que as atletas receberam a notícia através de uma videochamada e descreveu o momento como a recompensa por uma temporada de muito esforço. Adianta que sente a responsabilidade de ser capitã de uma equipa batalhadora como a da Briosa feminina.

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Durante a conferência foi ainda admitida a possibilidade de a equipa realizar mais jogos no Estádio Cidade de Coimbra, dependendo da estratégia desportiva e da disponibilidade do recinto

Na reta final, Sandra Marques voltou a defender uma revisão dos quadros competitivos do futebol feminino português, considerando que os atuais formatos não promovem a competitividade nem valorizam o investimento realizado pelos clubes.

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