[object Object]
28.05.2026POR Informação RUC

Chá Dançante mantém a tradição ao som de grupos académicos e Ruth Marlene

O evento decorreu no dia 27 de maio, no Pavilhão 1 do Estádio Universitário de Coimbra, com o custo de 5 euros.
Com hora de início prevista para às 22h00, o Chá Dançante começou com quase 1h de atraso. Problemas com soundcheck e divulgação insuficiente estiveram entre os problemas apontados pelos artistas.

O evento destinado aos finalistas, reuniu cerca de 700 pessoas e ficou marcada pela atuação de Ruth Marlene e pela tradição de destruir estátuas de esferovite. A Estudantina Universitária de Coimbra (EUC) foi um dos grupos a subir ao palco. João Maria, membro do Conselho Diretivo da Estudantina (EUC), aponta para a diminuição do público ao longo dos anos. O membro da tuna reforça a necessidade de haver uma maior divulgação do evento e de o tornar mais acessível a todos, com acesso gratuito.

0:00

Com o ambiente marcado pela tradição, a Estudantina Universitária de Coimbra (EUC) levou a palco cerca de 30 pessoas. João Maria destaca a emoção dos finalistas como o momento mais marcante da atuação.

A Phartuna – Tuna de Farmácia de Coimbra, também subiu ao palco. Com hora de atuação prevista para as 04h25, a Phartuna atuou uma hora depois, devido a atrasos de logística. Leonor Santos, secretária da tuna, aponta ainda para atrasos nos transportes e falta de concretização de soundcheck como aspetos a melhorar para às próximas edições.

0:00

Afonso Oliveira, comissário dos bailes da Queima das Fitas,  explica a situação dos atrasos por uma falha na publicação de horários. O comissário revelou ter recebido um feedback positivo. Afonso Oliveira aponta os atrasos e a concretização do soundcheck como aspetos a melhorar. Ainda assim, faz um balanço positivo à semelhança do ano passado.

 

 

PARTILHAR: