[object Object]
10.03.2026POR Diego Correia

Abate de árvores motiva manifestação na Praça 8 de maio

Hoje ocorreu a “Vigilia pelas árvores da rua Lourenço de Almeida Azevedo” por volta das 17h na Praça 8 de maio. A iniciativa foi organizada pelo Coletivo de Ativistas Climáticos ClimAção Centro e pelo movimento “As Árvores Têm que ficar”.

Protestantes reuniram-se frente à Câmara Municipal de Coimbra para manifestar o descontentamento em relação à desflorestação de árvores durante a construção das linhas do MetroBus.

Acompanhada de cartazes de cartão com as frases “As árvores não estão no nosso caminho… Elas são o nosso caminho” e “Todos os dias a perder património vivo, STOP”, estava uma mesa com fotografias afixadas que mostravam o estado das zonas de vegetação antes das árvores serem abatidas e depois.

Foram mandadas abaixo 24 árvores na Rua Lourenço de Almeida Azevedo. Rosa Santos, uma das porta-vozes do movimento, acredita que a desflorestação não vai ficar por aqui. A ativista destacou que foram apresentadas propostas à Câmara para conseguir salvar o máximo número de árvores possível, no entanto foram recusadas.

0:00

Mais de 70 por cento das árvores que foram derrubadas eram Tipuanas de flor amarela e não vão voltar a ser replantadas.

Mário Jaleco, um conservador da flora ambiental reconheceu que a pressão feita pelo Coletivo à Câmara, resultou numa diminuição de floresta abatida.

0:00

A Câmara Municipal de Coimbra garantiu que por cada árvore derrubada vai plantar quatro.

Rosa Santos acredita que a redução de zonas com sombra, causada pela desflorestação, vai causar ilhas de calor.

PARTILHAR: