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Academistas debatem para o Conselho Fiscal e Disciplinar da AAC

No Auditório do Departamento de Física da Universidade de Coimbra tiveram lugar os debates para o Conselho Fiscal (CF/AAC), Conselho Disciplinar (CD/AAC) e Contingente dos Associados Seccionistas do Conselho Disciplinar (CD/AAC) da Associação Académica de Coimbra.

Debate do Conselho Fiscal

Num auditório pouco ocupado, a noite abriu com o debate para o Conselho Fiscal. Por volta das nove e quarenta da noite, Tomás Freitas da lista I – Fiscal Independente e Francisco Porto da lista T- Trabalhar pela Academia apresentaram as respetivas propostas. 

O Conselho Fiscal é o órgão responsável por fazer o trabalho de fiscalização e jurisdição da Casa. 

Na candidatura, Tomás Freitas dá prioridade aos estudantes, apelando à defesa de um ensino superior público, gratuito e de qualidade, e faz um balanço negativo do último mandato do CF/AAC. Realça a importância de garantir uma maior presença do órgão na Casa e ilustra a pouca participação com a afluência reduzida às urnas nas últimas eleições. No apelo final, o jovem sintetiza os objetivos da candidatura. 

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Já Francisco Porto defende seriedade e aproximação aos órgãos da casa. Dá destaque à experiência no cargo, tendo em consideração que já integrou a equipa do CF/AAC anterior. No projeto que encabeça, defende um ponto intermédio entre uma lista de continuidade e de correção de alguns problemas do órgão. Realça também que, caso seja eleito, vai apostar na divulgação dos trabalhos do Conselho Fiscal, não apenas nos moldes tradicionais, mas também nas redes sociais. Ao microfone, também realça os principais pilares da lista que encabeça. 

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Debate do Conselho Disciplinar – primeiro contingente

Seguiu-se o debate para o primeiro contingente do Conselho Disciplinar da Associação Académica de Coimbra. Adriana Aragão pela lista C- Disciplinar de Confiança, esteve frente a frente com Luiza Batista da lista F – Pelo Futuro do Disciplinar. O órgão é responsável por efetuar investigação e tomar certas decisões no seio da Academia, tendo o poder de abrir processos contra associados. 

Ambas as candidatas apresentaram pontos comuns como a eficácia e a transparência. Defendem que órgão se deve reerguer e ser mais interventivo. 

Adriana Aragão reforça que o CD/AAC está “apagado” e crítica a desconfiança que nele existe. Sublinha que a sua lista se distingue por ter membros mais interventivos em Assembleia Magna, com intervenções que considera “dignas”.

Luiza Batista coloca como objetivo “reerguer o órgão”, ao garantir a credibilidade e apostar em apurar e investigar os factos, sem quebrar o dever de sigilo.

Debate do Conselho Disciplinar – contingente dos associados seccionistas do CD/AAC

A noite terminou com o debate do contingente dos associados seccionistas do Conselho Disciplinar, entidade com foco nas secções da AAC. 

Diogo Rocha, da lista C – Cumprir o Disciplinar, aponta falhas em mandatos anteriores do órgão. Sublinha as secções que contraíram dívidas e defende menos burocracia e mais análise de processos. Considera-se o candidato ideal por conhecer o dia-a-dia das secções e pela experiência que teve enquanto antigo presidente da Mesa da Assembleia Magna (MAM/AAC). 

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Miguel Ramiro encabeça a lista S- Secções no disciplinar. Dá destaque à presença ativa dos membros da lista no dia-a-dia das secções e em Assembleia Magna. Aponta ainda quais são os maiores problemas do órgão na Academia. 

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Os debates foram moderados por membros da Comissão Eleitoral da Associação Académica de Coimbra. As candidaturas já foram todas apresentadas e as principais propostas de cada candidato podem ser consultadas em ruc.pt. 

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