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Quantunna celebra 30 anos com festival Oito Badaladas em Coimbra
A Quantunna, tuna mista da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, assinala três décadas de história com mais uma edição do festival Oito Badaladas. O evento, que desde 2003 marca o panorama das tunas académicas na cidade, promete novidades, surpresas e momentos de celebração entre amigos.
Em entrevista à Rádio Universidade de Coimbra, Gabriel Rodrigues, elemento da organização do festival, destacou que esta edição tem um significado especial. “Pretende celebrar os 30 anos da Quantunna, com algumas surpresas face ao que temos feito nas últimas edições”, revelou.
Um festival que fez história em Coimbra
Criado em 2003, o Oito Badaladas foi o primeiro festival de tunas mistas em Coimbra. Na altura, trouxe uma renovação ao panorama académico ao juntar, em palco, homens e mulheres — algo ainda pouco comum na cidade.
Este ano, o programa mantém a tradição de dois momentos distintos: Sexta-feira – Noite de serenatas na Praça 8 de Maio, pelas 21h00, com entrada gratuita e sábado – Espetáculo no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), às 20h30 em que os bilhetes custam cinco euros para estudantes e sete euros para não estudantes.
Tunas convidadas e uma participação especial
Além da anfitriã, o festival contará com quatro tunas convidadas, todas tunas mistas com ligação à história da Quantunna: a Phartuna de Coimbra, a Maratuna também de Coimbra, a Instituna de Leiria e a VicenTuna de Lisboa.
O evento contará ainda com a participação especial da FILVAR – Filarmónica Varziense, que irá subir ao palco para uma colaboração inédita com a Quantunna — um dos momentos mais aguardados da noite.
Surpresas e regresso de antigos membros
Sendo uma edição comemorativa, o festival vai reunir antigos membros da Quantunna, reforçando o espírito de união e continuidade que marca a tuna ao longo das gerações. Questionado sobre se os antigos elementos subirão ao palco, Gabriel manteve o suspense.
A própria atuação da Quantunna, que abrirá o espetáculo de sábado, reserva também uma surpresa que apenas será revelada a quem marcar presença. “Estamos a preparar-nos há semanas”, garantiu, sublinhando o empenho do grupo nos ensaios para garantir uma prestação musical à altura da celebração.
Uma festa para a cidade
Mais do que um festival, o Oito Badaladas pretende ser um ponto de encontro entre tunas amigas, antigos e atuais membros, estudantes e comunidade em geral. A limitação de tempo do espaço impede a participação de mais grupos, mas não diminui a ambição da organização em proporcionar uma noite memorável.
O convite está feito: sexta-feira, serenatas na Praça 8 de Maio; sábado, espetáculo no TAGV. Trinta anos depois, a Quantunna promete continuar a fazer ecoar as suas badaladas pela cidade de Coimbra.
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