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Adeus solidão: os Quatro e Meia regressaram a casa
Na Rua Larga, em frente à porta férrea, os Quatro e Meia deram o concerto de abertura do ano letivo 2025/2026. A banda, formada em Coimbra, foi acompanhada pela Big Band Rags da Tuna Académica da Universidade de Coimbra (TAUC).
Os músicos subiram ao palco de capa na mão e deram início ao espetáculo com o tema “para a frente é que é Lisboa”. A nostalgia marcou a atuação e, em vários momentos, a banda recordou o passado universitário. Todos os integrantes estudaram em Coimbra em diferentes instituições de ensino.
Rui Marques, contrabaixista do grupo, sublinhou que atuar na cidade é como “regressar a casa”. Em conferência de imprensa, admitiu que a banda não esperava ver a Rua Larga cheia de estudantes e conimbricenses. Durante a atuação era expectável que chovesse mas “o tempo esperou” e o concerto decorreu na normalidade.
A abertura do concerto foi feita pela Big Band Rags, grupo da Tuna Académica da Universidade de Coimbra (TAUC). A meio da atuação da banda houve espaço para o habitual discurso do reitor da Universidade, Amílcar Falcão, e do presidente da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC), Carlos Magalhães. A Big Band Rags acompanhou todo o espetáculo.
Mário Ferreira, teclista dos Quatro e Meia, explicou que surgem dificuldades logísticas ao colaborar com outros grupos. No entanto, reconhece que a Big Band Rags se integrou no concerto e destaca a excelente qualidade da orquestra.
No regresso à escola onde aprenderam, a banda deixou várias mensagens para os novos universitários. Mário Ferreira frisa a importância de aproveitar e viver a vida académica. De acordo com o músico, é através do convívio que surgem as maiores amizades e foi assim que a banda surgiu.
Os Quatro e Meia fizeram um balanço muito positivo do concerto. A plateia interagiu, cantou e iluminou a Rua Larga durante o tema “terraplanismo”, com as lanternas dos telemóveis. O concerto marcou o início do ano letivo na Universidade de Coimbra e fez parte da semana de integração.
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