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Movimento estudantil em debate na FLUC

“Três Gerações e Uma Luta: o Ensino Superior” juntou estudantes antigos e atuais. Intervenientes destacam que há muito a ser melhorado no movimento estudantil.

O Núcleo de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra da Associação Académica de Coimbra (NEFLUC/AAC) organizou uma conversa intitulada “Três Gerações e Uma Luta: O Ensino Superior”. Os oradores foram Rui Bebiano, professor aposentado da FLUC, João Nunes, professor da instituição e José Machado, vice-presidente da Direção Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC).

Rui Bebiano foi estudante em Coimbra no refluxo da crise académica em 1969, momento em que estabelece o primeiro contacto com o movimento estudantil. O professor foi ativista estudantil antes e depois do 25 de abril de 1974. O historiador aponta grandes diferenças entre o período antes e depois da democracia.

O movimento associativo chegou a João Nunes como uma ferramenta de racionalidade. A procura por igualdade entre os diferentes cursos levou a que o professor se juntasse ao movimento.

 

Numa perspetiva atual, José Machado, aponta que o ensino superior “não é perfeito nem de perto”. O vice-presidente da DG/AAC afirma que há diferenças entre a maneira como a política associativa é praticada agora.

Os intervenientes destacam que há muito a ser melhorado no movimento estudantil, tanto a nível local como nacional. Rui Bebiano expõe que há grandes diferenças em relação ao movimento associativo de há 50 anos atrás.

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