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Diretamente da Baía para Portugal, Mateus Aleluia o músico inquieto

Coimbra recebeu o músico Mateus Aleluia numa conversa organizada pelo programa de Residências Lusófonas. O compositor e violinista aborda o tema “palavras”e refere que estas têm um grande peso e trazem a história agarrada. A sala do Teatro da Cerca de São Bernardo culminou numa junção de culturas entre Portugal, Brasil e África.

Foi no centro de documentação, no Teatro da Cerca de São Bernardo, que esteve o mestre Mateus Aleluia.

A Cena Lusófona coorganizadora das Residências juntamente com a Rádio Pessoas, Blue House e A Escola da Noite , proporcionaram uma conversa intimista entre algumas pessoas que fizeram do seu tempo conhecimento partilhado com aquele que consideram ser uma pessoa de ideais a seguir.

Mateus Aleluia, começa por agradecer e fala na Lusofonia como sendo um tesouro facilitador da comunicação.

Mateus Aleluia reúne uma série de talentos entre os quais é cantor, compositor, violinista e percussionista. O segredo para se ser tanta coisa numa só é, segundo o artista, não ter medo de cair no ridículo.

Ainda dentro da sala que contém cerca de quatro mil livros, lugar onde o cantor se sente honrado de estar, presenteia quem o escuta, relembrando uma música do cantor brasileiro, Nilton César.

No momento dedicado à partilha as palavras foram o que tiveram mais peso e relembram o quanto estas carregam a história.

O artista e compositor, que refere ser “um aprendiz inquieto” e que não tem medo do ridículo, em entrevista à RUC dá a conhecer o próximo trabalho que está para ser lançado.

Quanto ao público que o assistiu no concerto de ontem Mateus Aleluia refere que é sempre maravilhoso ver o carinho que lhe é transmitido adiantando que o público português foi criado para o Teatro. Ainda durante a conversa reforça a ideia de que Portugal praticamente formou o mundo.

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